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Domingo, Dezembro 11, 2005
Um dia a gente cansa de tentar encaixar o que pensamos no conceito de certo. Um dia a gente percebe que simplesmente pensamos e sentimos... e isso já é suficiente. Ar da vida, te achei.
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Sábado, Dezembro 10, 2005
Um dia vc percebe que tudo aquilo q era de mais certo não existe. A sua vida foi baseada em algo que desmoronou. Se não há base, o ápice existe?
escreveu às 3:58 PM Comentários...
Quinta-feira, Novembro 17, 2005
escreveu às 8:01 AM Comentários...
Terça-feira, Novembro 15, 2005
escreveu às 11:01 AM Comentários...
Sábado, Novembro 12, 2005
escreveu às 1:17 PM Comentários...
Terça-feira, Agosto 30, 2005
escreveu às 6:14 PM Comentários...
Domingo, Julho 24, 2005
escreveu às 7:56 PM Comentários...
Domingo, Julho 10, 2005
Na ausência de algo usamos o conceito expressável do valor inexpressável de algo que chamamos (pobres de nós!) de Nada. Nada é sujeito? Nada não é nada e (pasmem!) nada é nada. Se uma nega a outra ora pois, apaguemos a primeiro. O quê?! Nada não é nada? Ah! Então inverta:
Nada (-) Não (-) Tudo (+) Sim (+) (-)(-) é (-) = (+) é (-) Oh! Sinto o abismo sob meus pés! Nega-se tudo! Nada mais faz sentido! E se...(farejem o medo, ele me circunda, digo, nos circunda neste momento). E se for ilusão? Imagens projetada! Não... Não é possível! As sensações são reais, ou parecem... E se não forem de que adianta sabermos que não são se, na verdade, o efeito é o mesmo? "Ter algo para me fazer lembrar de ti seria admitir que corro o risco de esquecer-te" - Romeu e Julieta, Shakespeare
escreveu às 2:48 PM Comentários...
Sábado, Julho 09, 2005
Continuando a série eu-perdia-tempo-de-estudo-escrevendo-na-época-do-vestibular-enquanto-meus-concorrentes-estudavam:
Se eu fico triste é porque me sinto fracassada, derrotada pelo nervosismo, pelo stress, pela pressa, pela ansiedade. Aquela vontade indomável de vencer foi sendo adestrada, virando um ridículo leão enjaulado. Quando os objetivos se esvaziam, a permanência no caminho é conformismo e falta de reflexão, que quando acontece gera turbulências e desvios de rota. Quando o meio se superpõe ao fim, está na hora de perceber o quão maníaco nos tornamos e voltarmos ao prumo certo. Tem coisas que soam como sendo do submundo, frutos da conspiração mais nojenta que pode existir, mas elas são fundamentais se quisermos ter chance de chegar onde queremos. Então você encara a besta pra ver no que dá. A sensação de impotência quando não se consegue é terrível e os pensamentos niilistas são inevitáveis. Quando o caos está instalado, o que resta é sonhar com algum oásis no meio do percurso, que mesmo magnífico não priva ninguém da preocupação de cruzar o deserto. Essas férias foram vitais. "O que poderia ser mais místico do que um número imaginário interagindo com um número real tendo como resultado o nada?"
escreveu às 12:59 AM Comentários...
Quinta-feira, Julho 07, 2005
Sobre Sonhos
Eu não sei dizer nada que não é concreto. Se parte muito pra abstração, eu trago de volta pro objetivo e vou intercalando assim e sempre. Mas, pq com a vida não é assim? Pq eu não aceito objetivos concretos e fico buscando o fumacê de uma existência que não me pertence? Pensamento do dia: Vivo numa selva e não sou um macaco. Estou viciada em escrever com itálico . Dá um ar definitivo e volúvel... *Será que o ponto gira com o itálico?*
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Segunda-feira, Julho 04, 2005
Continuando a coletânea Vestibular...
Clamam por nexo. Talvez a inspiração poética esteja em falta pra mim, e o sentido pode ser apenas um monótono relato. Enfim, a forma não importa, mas sim o conteúdo, certo? Sinto muito se ficar extenso, repetitivo e óbvio, mas é algo grandioso pra mim: é o reflexo do que senti e pensei num momento de grande alívio e alegria. Pode, ainda, ser que isso se torne apenas uma retrospectiva de um ano atípico. Não sei. Só escrevendo pra saber. Poderia eu aqui dizer que o fim do ano do meu vestibular foi uma grande vitória depois de um ano inteiro perdido no meio de livros, resumos, anotações; falar de metas alcançadas, sonhos realizados ou em processo de concretização. No entanto, isso é banal; é clichê; é o que vc encontra escrito em qualquer revista, com o discurso do primeiro colocado. Pra mim, o retrato do vestibular está ali, na quina do meu banheiro, onde naquele 5 de janeiro eu consegui encontrar forças pra continuar. Depois de mtas lagrimas, momentos depressivos e isolamento, eu estava à beira de um ataque, sem conseguir ver nada... e podem me achar louca ou o que quer que seja, mas aquele cantinho do banheiro me tranquilizava, me fazia perceber que independente do resultado, ele estaria ali, pronto pra comemoração ou pro choro. Só de pensar q o mundo que eu estava vivendo era só uma fase que não merecia a classificação de vida Agora sou universitária vagabundeando por 6 meses e, logo agora, qdo poderia parecer q a vida se encobriu de um sentido mais concreto, eu sinto q o sentido ainda está em construção UFA! O pesadelo passou e eu tb... agora o vestibular se enquadra apenas no quesito "sabor póstumo das glórias interinas".
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Domingo, Julho 03, 2005
Resolvi postar alguns textos velhos da época do vestibular que resumem um pouco o meu estado de espírito nessa época...
Antes, forças de um lado, forças do outro, puxavam, puxavam e sempre pendiam pra um lado. Forças ocultas no multidimensional da alma, espaço complexo. E as forças iam; a alma pendia, ora pra uma, ora pra outra. Agora, forças não se desequilibram mais. São todas iguais e todas simpaticamente desprezíveis, digo, por um tempo apenas. O que se resulta não em repouso do corpo, mas num movimento uniformemente combatente, trotando sem parar, sem acelerar nem desacelerar, na maratona da vida. Anseios inevitáveis de uma vestibulanda: Que todos os ventos de alta intelectualidade recaiam sobre mim na manhã de domingo e promovam uma grande festa mental, organizada, perfeita e digna de palmas no final. Vitória! Pensamento do dia (de hj mesmo!): Ao se negar algo, estamos admitindo que a idéia que se nega tinha possibilidades de ser cogitada?
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Sábado, Fevereiro 05, 2005
Brest-Litovisk, Shimonoseki, Aigun, Ngo Dien, Dien Bien Phu, Lumumba, De Clark, Schillieffen, Anschluss, Dantzig, Reichsführer, Taiping, Kuomintang, El-Romel, Partizans, Reichstag, Deng Xiao Ping, Eisenhower, Rheza Pahlevi, Khomeini, Holden Roberto, Agostinho Neto, Samora Machel, Theodore Roosevelt, Sukarno, Suharto, Hanóis, Saigon, Draco Bebeuf, Metternich, Bourbon, Habsburgo, Eden-Reneval, Fontainebleau, Somozas, Sandinistas, Carter, Chiang Kay Shek, Peron, Porfirio Dias, Huerta, Carranza, PAncho Villa, Zapata, Fulgencio Batista, De Gaulle, Jinnah, Ho Chi Mihn, Nehru, Brejnev, Nikita Krushev, Gorbatchev, Hidemburgo, Rosa de Luxemburgo, Dr Kapp, Chamberlain, Sun Yatsen, Micado, Mec-usaid, EPB, OSPB, Daimio, Leopoldo, Boërs, Sarre, Mujique, Couraçado Potenquim, Kerensky, Kolkhoses, Solvkhoses, Falangistas, Salazar, Franco, Il¿ Popollo D¿italia, Gestapo, Sudetos, Deladier, Maquis, Yalta, Potsdam, Kominform, Komintern, Dubcek, Nagy, Lesch Walesa, Kissinger, Bandung, Kasawubu, Tshomb, Pathelaos, Khmer Vermelho, Mobutu Seru, Biafra, Jonas Savimbi, Ben Bella, Pied-Noir, Herzl, Madero, Campora, Allende, Taft, Hidalgo, Morelos
Agora, isso é NADA! Contemplem... *sem desrespeito histórico*
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Quinta-feira, Julho 29, 2004
Sem "meta-posts"...
Essas férias começaram com a "eletro-party" (mais exatamente com a hibernação pós-sábado de provas), passaram por 6 dias de relaxamento intensivo em Palm Beach, 4 dias de muitas atividades em Orlando, uma semana curtindo o amável lar, dividida com as aulas teóricas da auto-escola. Foi um enclave vital.
Festa de formatura (eletro-party) -- Jamais imaginei que pudesse curtir uma festa com música eletrônica sem parar, ainda mais com traje clubber. Não foi que aquele aglomerado sonoro de "TUM TI tum ti tum ti TUM TI... " acabou sendo divertido, mesmo eu tendo levado um tombo que me deixou com o pé doído por toda a viagem. A festa foi muito irada, super animada, e superou em muito as minhas expectativas. Foto: Eu, Léo, Catarina, Hélida e Leandro na pista.
5 horas de boina me fizeram experimentar algumas na viagem... Foto: Eu e Kakys, na Macy's do CityPlace, em Palm Beach, de boina.
Muitas montanhas russas, filas e calor em Orlando. Foto: Meu irmão ("Niel"), Kakys ("Fagina"), Bibys ("Pernil"), o trio que me fez rir bastante nessa viagem. Alguns devaneios do meu estado latente... Quando se tem muita facilidade para se expressar, será que não estamos simplesmente achando que sentimos algo, teorizando sobre sensações e sentimentos ao invés de verdadeiramente sentir? Até que ponto os conceitos meramente humanos são capazes de expressar aquilo que realmente sentimos? E não seria a incompetência desse sistema de códigos o que mais aproximaria os indivíduos, através de uma comunicação abstrata, incapaz de ser conceituada? A fôrma quebra a espontaneidade.
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Sábado, Junho 26, 2004
Não é uma miragem.
Admito que ando meio desgarrada do meu blog. Não é proposital, simplesmente não tenho tido muito tempo para escrever nem para fazer algo verdadeiramente interessante. Os dias que se passaram foram recheados de momentos diversos, alguns difíceis, outros divertidos. Virei um ser fraco e instável emocionalmente. Me privei de algumas atividades; comecei outras. Me acostumei com uma rotina de dias longos, noites curtas; manhãs difíceis tendo que convencer o meu irmão de acordar(estou aprimorando minhas técnica hehe); tardes de sábado destinadas à total hibernação. Por alguns momentos, achei que todo o esforço e todas as privações haviam sido em vão, mas fui recompensada pelo meu resultado no vestibular da UERJ. Não imaginam a angústia que foi corrigir aquele bando de letras. Tive medo de não conseguir e, pra mim, isso seria um desestímulo. Vale é que garanti o tão perseguido conceito 'A' e venci o primeiro desafio (pulos de felicidade \o/). Foi um grande passo eu ter me mantido calma na prova e na semana anterior (apesar de o pós-prova ter sido desastroso). Em duas semanas, completa-se o primeiro semestre e até acho que passou rápido demais. No mesmo sábado tem a festa temática de 'semi-formatura' (eletro-clubber, seja lá o que isso quer dizer) e no dia seguinte a viagem pra Palm Beach. Depois de 10 dias de descanso, volto e estou pensando em tentar começar a auto-escola. Afinal, meus 18 anos se aproximam. Dentre os momentos bons, destaque para o 'Cooking Day' de duas semanas atrás, em que todos (ou quase) cozinharam aqui em casa. Foi uma das melhores reuniões que já fizemos. Falando em melhores, um dos melhores filmes que eu vi nos últimos tempos (o que não quer dizer muita coisa) foi 'Diários de Motocicleta'. Nunca tinha ido sozinha ao cinema antes. Foi uma experiência interessante. Quanto ao filme, tem conteúdo e consegue gerar uma elevada carga emocional sem ser nem um pouco piegas.
"Cooking Day" - coincidentemente todos de azul; eu tb estava.
escreveu às 4:41 PM Comentários...
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Lu
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